O K-ETA (Korea Electronic Travel Authorization) também conhecido como “visto para Coreia do Sul” é uma autorização eletrônica oficial do governo sul-coreano que permite a entrada de turistas e visitantes sem necessidade de visto consular presencial.
Funciona como uma pré-aprovação digital, solicitada antes do embarque e analisada pelas autoridades da Coreia do Sul. É uma autorização de viagem eletrônica válida para estadias curtas.
É indicado para turismo, visitas familiares, reuniões de negócios, conferências e eventos sem remuneração.
Caso o propósito de sua viagem não seja turismo de curta duração (até 3 meses), acesse todos os tipos de visto para Coreia do Sul e escolha o visto correto para você de acordo com seu propósito de viagem.
Permanência permitida
Até 90 dias
Prazo de aprovação
1 a 3 dias úteis
Finalidade
Turismo ou trânsito
Brasileiros precisam de visto para a Coreia do Sul?
Depende do objetivo da viagem, do tempo de permanência e da forma de entrada autorizada no momento da solicitação. O K-ETA foi criado justamente para viajantes de países elegíveis à entrada sem visto, permitindo que obtenham uma autorização eletrônica antes do embarque.
Ou seja: ele não substitui o visto em todos os cenários, ele se aplica apenas a quem já teria direito a entrar sem visto e precisa cumprir essa etapa prévia de autorização.
Na prática, para brasileiros em viagens de curta duração, como turismo, visita a familiares, participação em eventos, reuniões de negócios sem remuneração ou outras atividades temporárias compatíveis com entrada sem visto, o caminho normalmente é o K-ETA, e não o visto consular tradicional.
Já para estudo, trabalho, residência, estágio, atividade remunerada ou permanência acima do período permitido para entrada sem visto, o visto consular continua sendo obrigatório. 
Também é importante entender um ponto que costuma gerar confusão: K-ETA não é visto. Trata-se de uma autorização eletrônica de viagem exigida antes do embarque para nacionais elegíveis, e a aprovação do K-ETA não garante a entrada no país.
A decisão final continua sendo do oficial de imigração no ponto de entrada da Coreia do Sul. Por isso, mesmo quando o viajante está dentro das regras de curta permanência, o enquadramento correto da viagem precisa estar muito claro desde o início. 
Resumo prático
- Turismo e negócios de curta duração: normalmente seguem pelo K-ETA, quando a entrada sem visto se aplica ao viajante. 
- Estudo, trabalho, residência ou atividade remunerada: exigem visto tradicional, independentemente de a viagem ser curta ou longa.
- K-ETA aprovado não equivale a entrada garantida: a palavra final é sempre da imigração sul-coreana.
Quem pode usar o K-ETA?
O K-ETA é indicado para viajantes que se enquadram nas regras de entrada de curta duração sem visto consular, desde que a viagem tenha finalidade compatível com essa autorização eletrônica.
Na prática, isso significa que o uso do K-ETA depende não apenas da nacionalidade do viajante, mas também do objetivo da viagem, do tempo de permanência e da ausência de fatores que possam exigir análise por visto tradicional.
Para brasileiros, o K-ETA costuma ser o caminho adequado quando todas as condições abaixo são atendidas ao mesmo tempo:
- permanência de até 90 dias;
- viagem com finalidade de turismo, visita, participação em evento, reunião ou atividade de negócios sem remuneração;
- passaporte válido, em bom estado e com leitura biométrica funcional;
- ausência de atividade profissional, acadêmica ou migratória incompatível com entrada de curta duração;
- perfil migratório compatível com autorização eletrônica, sem necessidade evidente de visto consular específico.
Checklist prático
- Permanência temporária de até 90 dias;
- Viagem exclusivamente para turismo, visita ou negócios não remunerados;
- Passaporte biométrico válido e em bom estado;
- Finalidade compatível com entrada sem visto consular tradicional.
Aviso importante
O K-ETA não deve ser usado quando houver:
- contrato de trabalho ou promessa de remuneração;
- matrícula acadêmica ou permanência para estudo;
- intenção de residência, estágio ou atividade profissional;
- permanência prolongada ou finalidade que exija enquadramento migratório específico.
Nesses casos, o caminho correto é o visto tradicional, e não a autorização eletrônica. O erro mais comum aqui é tratar o K-ETA como uma solução genérica para qualquer entrada na Coreia do Sul. Na prática, ele funciona bem quando o enquadramento da viagem está correto desde o início.
Aviso: Trabalhar na Coreia do Sul com K-ETA é ilegal e pode resultar em deportação e banimento do país. Se houver qualquer forma de remuneração envolvida, o visto de trabalho é obrigatório.
Como solicitar o K-ETA passo a passo
Solicitar o K-ETA é um processo totalmente online, mas isso não significa que ele deva ser feito com pressa. Na prática, os erros mais comuns acontecem justamente quando o viajante trata a solicitação como algo “simples demais” e não revisa com atenção dados do passaporte, motivo da viagem e informações pessoais.
O fluxo oficial do portal segue etapas bem definidas, e o ideal é concluir tudo com calma, usando apenas o site ou aplicativo oficial.
1. Separe os dados e documentos antes de começar
Antes de abrir o formulário, deixe à mão o seu passaporte válido, com boa legibilidade, e confira se ele está em bom estado. Também vale ter anotados os dados básicos da viagem, como endereço de hospedagem, contato e finalidade da entrada. Esse preparo reduz bastante a chance de erro de preenchimento e evita retrabalho nas próximas etapas. O próprio portal informa que dados falsos ou inexatos podem levar à recusa ou cancelamento do K-ETA.
2. Acesse apenas o portal oficial do K-ETA
A solicitação deve ser feita exclusivamente no site oficial ou no aplicativo oficial K-ETA. Esse ponto merece atenção porque há páginas não oficiais que se apresentam como intermediárias e cobram valores maiores. O governo sul-coreano alerta expressamente para esse risco.
3. Aceite os termos e faça a verificação do e-mail
No fluxo sem cadastro, a primeira etapa prática é aceitar os termos do sistema e depois validar o e-mail do solicitante. Esse e-mail precisa estar correto, porque é por ele que o viajante acompanha o andamento da autorização e recebe comunicações relacionadas ao pedido.
4. Preencha os dados do passaporte com precisão total
Depois da verificação do e-mail, o sistema pede as informações do passaporte. Aqui, a regra é simples: tudo deve ser preenchido exatamente como aparece no documento. Número do passaporte, nome, nacionalidade e demais dados precisam estar idênticos ao passaporte utilizado na viagem.
Esse é um dos pontos mais sensíveis do processo, porque divergências pequenas podem gerar recusa ou obrigar o viajante a fazer um novo pedido. O portal oficial também informa que, se o passaporte for reemitido, o viajante precisará solicitar um novo K-ETA.
5. Informe os dados da viagem e da sua solicitação
Na etapa seguinte, o solicitante deve preencher as informações da viagem, como objetivo da entrada, endereço de estadia, dados de contato, data prevista de chegada e saída e, quando aplicável, dados de acompanhantes.
Esse trecho do formulário deve ser tratado com atenção porque a Coreia do Sul permite atualização posterior de algumas informações de viagem, mas a falta de atualização pode gerar desvantagens ou até recusa de entrada.
6. Revise tudo antes de avançar
Antes do pagamento, o portal apresenta uma etapa de conferência das informações. Esse é o momento de revisar com calma cada campo preenchido: nome, passaporte, objetivo da viagem, datas e endereço de hospedagem. Na prática, revisar nessa fase é muito mais seguro do que perceber um erro depois do envio.
7. Faça o pagamento da taxa oficial
Depois da conferência, o sistema direciona para o pagamento. O valor oficial do K-ETA é de 10.000 KRW, com cobrança adicional da taxa de processamento do pagamento online. O governo sul-coreano também informa que essa taxa não é reembolsável, mesmo em caso de recusa.
8. Finalize a solicitação e acompanhe a análise
Concluído o pagamento, o pedido entra em processamento. O portal informa que a análise costuma levar 72 horas ou menos, embora possa demorar mais em períodos de aumento inesperado de solicitações ou em casos que exijam revisão adicional. Por isso, o mais prudente é solicitar o K-ETA com antecedência e não deixar para a última hora.
9. Verifique a aprovação antes do embarque
Depois da análise, o viajante deve confirmar se o K-ETA foi efetivamente aprovado antes de embarcar. O portal deixa claro que o K-ETA precisa estar concedido antes de embarcar em avião ou navio com destino à Coreia do Sul.
Também é importante entender que o K-ETA não é um visto e não garante a entrada no país: a decisão final continua sendo do oficial de imigração no ponto de entrada.
Documentos e informações para solicitar o K-ETA
Para fazer a solicitação com mais segurança, o viajante deve ter em mãos:
- Passaporte válido e em bom estado, porque os dados do formulário precisam ser preenchidos exatamente como aparecem no documento. Se o passaporte for reemitido depois da aprovação, será necessário solicitar um novo K-ETA.
- Dados pessoais completos e corretos, incluindo nome, nacionalidade e demais informações compatíveis com o passaporte. Informações inexatas podem levar à recusa da autorização.
- Informações da viagem, como finalidade da entrada, endereço de estadia, contato local, data prevista de chegada e saída e, quando aplicável, dados de acompanhantes. O portal também informa que, se essas informações mudarem depois da aprovação, elas devem ser atualizadas no sistema para evitar desvantagens na entrada.
- E-mail válido e acessível, porque o sistema usa esse canal para verificação e para comunicações ligadas ao pedido.
- Pagamento eletrônico da taxa oficial, no valor de 10.000 KRW, com cobrança adicional da taxa de processamento do pagamento online. O valor não é reembolsável, mesmo em caso de recusa. 
Aviso importante
O K-ETA não exige entrevista consular, mas isso não reduz a importância da consistência das informações. Um dos erros mais comuns no atendimento é o solicitante achar que, por se tratar de uma autorização eletrônica, qualquer dado pode ser corrigido depois sem impacto.
Na prática, o que mais gera problema é justamente o preenchimento sem revisão, principalmente em dados de passaporte, objetivo da viagem e informações de estadia.
Orientação prática
Antes de enviar a solicitação, vale revisar três pontos com atenção especial:
os dados do passaporte, a finalidade da viagem e as informações de chegada e hospedagem. Esses são os elementos que mais influenciam a coerência do pedido e que mais costumam gerar ruído quando preenchidos de forma apressada.
Dicas para aumentar as chances de aprovação do K-ETA
Embora o K-ETA seja um processo digital e sem entrevista, isso não significa que a aprovação seja automática. Na prática, muitos pedidos entram em análise mais cuidadosa ou são recusados por inconsistências que poderiam ser evitadas com mais atenção no preenchimento. O próprio sistema sul-coreano reforça que informações falsas ou inexatas podem resultar em recusa ou cancelamento da autorização.
Antes de solicitar
O primeiro passo é ter certeza de que o K-ETA realmente se aplica ao seu caso. Esse ponto é mais importante do que parece, porque muitos viajantes tentam usar a autorização eletrônica em situações que exigem visto tradicional, como trabalho, estudo, residência ou qualquer atividade remunerada.
Quando a finalidade da viagem está mal enquadrada desde o início, o risco do pedido aumentar bastante.
Também é fundamental preencher o formulário com base em informações exatamente iguais às do passaporte. Nome, número do documento, nacionalidade e dados pessoais precisam estar corretos e coerentes.
No atendimento prático, esse é um dos erros que mais causam ruído em pedidos que, em tese, eram simples.
Na hora de preencher
Evite pressa. O que mais pesa aqui é a consistência. A finalidade da viagem, o endereço de estadia, os dados do passaporte e as informações pessoais precisam formar um conjunto lógico e sem contradições.
Se houver qualquer mudança depois da aprovação, como local de hospedagem, telefone ou e-mail — o sistema permite atualização de algumas informações, e o ideal é fazer isso antes da viagem. Ignorar essas mudanças pode gerar desvantagens na entrada, segundo o próprio portal oficial.
Antes do embarque
Mesmo com o K-ETA aprovado, é recomendável viajar com a documentação organizada. Na prática, vale ter fácil acesso a:
- passagem de volta ou continuação da viagem;
- reserva de hospedagem;
- comprovantes financeiros compatíveis com a permanência;
- roteiro básico da viagem, se aplicável.
Isso é importante porque o K-ETA não garante entrada automática na Coreia do Sul. A decisão final continua sendo da imigração no ponto de chegada. O viajante que chega organizado, com informações claras e coerentes, reduz bastante a chance de ter dificuldades desnecessárias.
Resumo prático
Para aumentar as chances de aprovação e evitar problemas, o mais importante é:
- usar o K-ETA apenas quando ele realmente for a autorização correta;
- preencher todos os dados exatamente como constam no passaporte;
- manter coerência entre objetivo da viagem e informações enviadas;
- revisar tudo antes do pagamento;
- embarcar com os principais comprovantes organizados.
Na prática, o K-ETA costuma funcionar bem quando o caso está bem enquadrado e o pedido é feito com atenção. O que mais atrapalha não é a regra do sistema, e sim o excesso de confiança do viajante em um processo que parece simples demais.
Fazer sozinho ou com suporte profissional?
O pedido do K-ETA parece simples à primeira vista, porque é digital, não exige entrevista e costuma ser concluído em poucas etapas. Mas, na prática, muitos problemas surgem justamente por causa dessa falsa sensação de facilidade.
Quando o solicitante acredita que “é só preencher e enviar”, aumenta a chance de erro em dados do passaporte, inconsistência na finalidade da viagem ou respostas mal alinhadas com o próprio perfil migratório.
É importante lembrar que o K-ETA não é apenas um formulário eletrônico: ele é uma autorização analisada pelas autoridades sul-coreanas. Isso significa que a aprovação depende da coerência entre os dados informados, o objetivo da viagem e o histórico do viajante.
Em casos mais sensíveis, pequenos erros de preenchimento ou enquadramento incorreto podem levar o pedido para revisão adicional ou até resultar em recusa.
É aí que o suporte profissional faz diferença. Com a assessoria da Netvistos, o solicitante recebe uma análise mais cuidadosa sobre o uso correto do K-ETA ou do visto tradicional, orientação no preenchimento, revisão das informações antes do envio e suporte em situações que exigem atenção maior, como histórico migratório delicado, dúvidas sobre elegibilidade ou viagem com finalidade mal enquadrada.
Em outras palavras: muita gente consegue fazer sozinha, mas quem busca mais segurança, menos improviso e menor risco de erro costuma se beneficiar bastante de uma orientação especializada.
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Perguntas frequentes sobre o K ETA
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O prazo normal é de 1 a 3 dias úteis. Pedidos que caem em análise manual podem levar até 10 dias. Por isso é recomendado solicitar com antecedência mínima de duas semanas antes do embarque.
Sim. O K-ETA é uma autorização oficial com análise documental pelo governo sul-coreano. Histórico migratório, inconsistências no formulário e finalidade de viagem mal declarada são as causas mais comuns de reprovação.
Não. Trabalhar com K-ETA é ilegal e sujeito a deportação e banimento do país. Qualquer atividade remunerada exige visto de trabalho específico.
Sim. Matrícula em qualquer instituição de ensino exige visto de estudante. O K-ETA não é válido para essa finalidade.
Sim, o K-ETA permite múltiplas entradas dentro do período de validade, desde que cada estadia respeite o limite de 90 dias e a finalidade declarada.
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